Lixões e aterros sanitários
No lixão, todo o resíduo coletado é transportado para um local afastado e descarregado diretamente no solo, sem qualquer tratamento. O resíduo a céu aberto atrai ratos, que transmitem inúmeras doenças, como raiva, meningite, leptospirose e peste bubônica.
O chorume, líquido produzido pela decomposição da matéria orgânica existente no resíduo, provoca a contaminação do solo e das reservas de água existentes no subsolo. Nos lixões, diariamente encontramos pessoas que buscam neles um meio de sobrevivência, alimentando-se ou vendendo o material que separam. Na maioria das vezes, acabam contraindo doenças.
No aterro sanitário, o resíduo é tratado para evitar os aspectos negativos existentes nos lixões. O solo é impermeabilizado, o resíduo é compactado e coberto diariamente. O chorume é coletado e tratado para não causar contaminações do solo e da água.
Segundo a Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), “aterro sanitário” é o processo de disposição final de resíduos sólidos, principalmente do lixo domiciliar, baseado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas. Estas normas e critérios permitem a confinação segura do resíduo, em termos de controle da poluição ambiental e proteção ao meio ambiente.
Resíduos vindos de clínicas médicas e hospitais precisam ser incinerados, isto é, queimados, a fim de se evitar a proliferação de vírus, fungos e bactérias causadores de doenças.
Seguindo todos os regulamentos, o aterro sanitário pode ter uma vida útil de até 50 anos, ao contrário dos lixões, que podem ser desativados em menos de 5 anos.
Fonte : www.loga.com.br
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| Catadores no lixão |
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Lixão em Jacarezinho |
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Lixão transformado em aterro sanitário |